Descrição
A Lanterna é o farol do porto de Gênova e o símbolo da cidade: uma torre de pedra de 77 metros sobre um rochedo, a 117 metros acima do mar contando a rocha. É o farol mais alto do Mediterrâneo e um dos mais antigos do mundo ainda em funcionamento.
Chega-se a pé por um passeio que sai do Terminal de Balsas e corre em grande parte em balanço por fora das velhas muralhas, acima dos cais: uma chance rara de ver de perto o trabalho do porto, entre navios e contêineres.
A torre é formada por dois blocos quadrados sobrepostos, cada um com um terraço no topo. Lá dentro são 365 degraus: os primeiros 172 estão abertos ao público e levam ao primeiro terraço, com vista para o porto e a cidade.
Na base, nas antigas fortificações, o Museu da Lanterna conta a história do farol e de como se fazem sinais no mar. Nas salas dos canhões, uma lente de Fresnel, parecida com a do farol, faz girar seu facho de luz.
Talvez já em 1128 houvesse uma torre aqui. No alto se queimavam feixes de urze e giesta para sinalizar os navios que chegavam, e os donos pagavam uma taxa por aquele fogo. A partir de 1326 a luz passou a vir de lanternas a azeite de oliva.
Em 1513, os genoveses, para expulsar os franceses entrincheirados ao seu pé, a danificaram a tiros de bombarda. Foi reconstruída em 1543 com o aspecto de hoje, e uma lenda diz que seu arquiteto foi jogado lá de cima para que não construísse outra igual.
Os faroleiros moravam com a família dentro da torre e tinham de manter os vidros sempre limpos. Entre eles, em 1449, esteve Antonio Colombo, tio paterno de Cristóvão. Já em 1340 o brasão da Comuna de Gênova tinha sido pintado na torre.
Os raios a atingiram por séculos: em 1481 um matou um guardião, em 1602 outro destruiu as ameias da torre superior. O para-raios só chegou em 1778.
Não perca
• O passeio da Lanterna.
• A subida ao primeiro terraço.
• O Museu da Lanterna.
Você sabia?
• Por volta de 1400 a torre serviu de prisão para o rei de Chipre, Jaime I de Lusignan: a esposa dele deu à luz ali o filho Jano.
• Ela já teve uma irmã menor, a Torre dei Greci, na outra ponta do porto, onde hoje ficam os Magazzini del Cotone.
• No topo há também uma luz vermelha intermitente, acrescentada para avisar os aviões do aeroporto vizinho.
Chega-se a pé por um passeio que sai do Terminal de Balsas e corre em grande parte em balanço por fora das velhas muralhas, acima dos cais: uma chance rara de ver de perto o trabalho do porto, entre navios e contêineres.
A torre é formada por dois blocos quadrados sobrepostos, cada um com um terraço no topo. Lá dentro são 365 degraus: os primeiros 172 estão abertos ao público e levam ao primeiro terraço, com vista para o porto e a cidade.
Na base, nas antigas fortificações, o Museu da Lanterna conta a história do farol e de como se fazem sinais no mar. Nas salas dos canhões, uma lente de Fresnel, parecida com a do farol, faz girar seu facho de luz.
Talvez já em 1128 houvesse uma torre aqui. No alto se queimavam feixes de urze e giesta para sinalizar os navios que chegavam, e os donos pagavam uma taxa por aquele fogo. A partir de 1326 a luz passou a vir de lanternas a azeite de oliva.
Em 1513, os genoveses, para expulsar os franceses entrincheirados ao seu pé, a danificaram a tiros de bombarda. Foi reconstruída em 1543 com o aspecto de hoje, e uma lenda diz que seu arquiteto foi jogado lá de cima para que não construísse outra igual.
Os faroleiros moravam com a família dentro da torre e tinham de manter os vidros sempre limpos. Entre eles, em 1449, esteve Antonio Colombo, tio paterno de Cristóvão. Já em 1340 o brasão da Comuna de Gênova tinha sido pintado na torre.
Os raios a atingiram por séculos: em 1481 um matou um guardião, em 1602 outro destruiu as ameias da torre superior. O para-raios só chegou em 1778.
Não perca
• O passeio da Lanterna.
• A subida ao primeiro terraço.
• O Museu da Lanterna.
Você sabia?
• Por volta de 1400 a torre serviu de prisão para o rei de Chipre, Jaime I de Lusignan: a esposa dele deu à luz ali o filho Jano.
• Ela já teve uma irmã menor, a Torre dei Greci, na outra ponta do porto, onde hoje ficam os Magazzini del Cotone.
• No topo há também uma luz vermelha intermitente, acrescentada para avisar os aviões do aeroporto vizinho.