Descrição
O Galata Museo del Mare é o grande museu marítimo de Gênova, na Darsena do porto antigo: uma galé genovesa em tamanho real, um bergantim, uma tempestade no cabo Horn para enfrentar no timão e um submarino de verdade atracado em frente ao museu.
É o maior museu do mar do Mediterrâneo, inaugurado em 2004 num prédio do antigo arsenal, onde a República construía suas galés. O nome vem de Gálata, o bairro de Istambul que foi uma rica colônia genovesa.
No térreo fica a galé reconstruída sobre a rampa do arsenal, com salas sobre Andrea Doria, sobre as armas da República e sobre Cristóvão Colombo, de quem o museu guarda alguns documentos autógrafos. No primeiro andar se sobe ao convés da galé e se folheiam atlas e globos antigos.
O segundo andar é dedicado à navegação a vela: ali está o bergantim Anna, e na sala das tempestades e dos naufrágios você pode tentar dobrar o cabo Horn numa tormenta simulada.
No alto, o terraço Mirador é um ponto de vista incomum sobre a cidade e o porto. Em frente ao museu está atracado desde 2009 o submarino Nazario Sauro, lançado ao mar em 1976: dá para visitar os alojamentos, a sala de manobras, o refeitório e a cozinha.
Um dos objetos mais comoventes é uma balsa salva-vidas. Em 1978, perto das Malvinas, o barco de Ambrogio Fogar afundou, talvez atingido por uma orca ou por uma onda gigante: ele e o companheiro Mauro Mancini ficaram à deriva naquela balsa.
Foram resgatados depois de 74 dias, mas Mancini não sobreviveu. Em 2010 a família Fogar doou a balsa ao museu.
O terceiro andar conta, por sua vez, a emigração dos italianos para as Américas: a viagem das vielas de Gênova até a Stazione Marittima, a vida a bordo do navio a vapor, a chegada a Ellis Island, a La Boca ou às fazendas do Brasil. Ali fica também a sala dos armadores, dedicada aos protagonistas do porto.
É o maior museu do mar do Mediterrâneo, inaugurado em 2004 num prédio do antigo arsenal, onde a República construía suas galés. O nome vem de Gálata, o bairro de Istambul que foi uma rica colônia genovesa.
No térreo fica a galé reconstruída sobre a rampa do arsenal, com salas sobre Andrea Doria, sobre as armas da República e sobre Cristóvão Colombo, de quem o museu guarda alguns documentos autógrafos. No primeiro andar se sobe ao convés da galé e se folheiam atlas e globos antigos.
O segundo andar é dedicado à navegação a vela: ali está o bergantim Anna, e na sala das tempestades e dos naufrágios você pode tentar dobrar o cabo Horn numa tormenta simulada.
No alto, o terraço Mirador é um ponto de vista incomum sobre a cidade e o porto. Em frente ao museu está atracado desde 2009 o submarino Nazario Sauro, lançado ao mar em 1976: dá para visitar os alojamentos, a sala de manobras, o refeitório e a cozinha.
Um dos objetos mais comoventes é uma balsa salva-vidas. Em 1978, perto das Malvinas, o barco de Ambrogio Fogar afundou, talvez atingido por uma orca ou por uma onda gigante: ele e o companheiro Mauro Mancini ficaram à deriva naquela balsa.
Foram resgatados depois de 74 dias, mas Mancini não sobreviveu. Em 2010 a família Fogar doou a balsa ao museu.
O terceiro andar conta, por sua vez, a emigração dos italianos para as Américas: a viagem das vielas de Gênova até a Stazione Marittima, a vida a bordo do navio a vapor, a chegada a Ellis Island, a La Boca ou às fazendas do Brasil. Ali fica também a sala dos armadores, dedicada aos protagonistas do porto.